A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Leitura I - Is 50,4-7
Leitura II - Filip.2,6-11
Evangelho - Lc 22,14-23-56
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Glória, honra e louvor (Laud. 416)
Salmo - Meu Deus porque me abandonaste
Ofertório - Jesus nossa Redenção (Laud.457)
Comunhão - Todas as vezes que comerdes (Laud. 814)
Pós-Comunhão - O Senhor salvou-me (Laud.609)
Final - Vitória tu Reinarás (laud.874)
V Domingo da quaresma
A liturgia de hoje fala-nos (outra vez) de um Deus que ama e cujo amor nos desafia a ultrapassar as nossas escravidões para chegar à vida nova, à ressurreição.
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos.
Leitura I - Is43,16-21
Leitura II - Filip 3,8-14
Evangelho - Jo 8,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Dá-nos um coração
Salmo -
Ofertório - Vós me seduzistes Senhor ( laud. 877)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (laud. 382)
Pós- Comunhão - Ó minha alma louva o Senhor (Laud.565)
Final - Silêncio
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos.
Leitura I - Is43,16-21
Leitura II - Filip 3,8-14
Evangelho - Jo 8,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Dá-nos um coração
Salmo -
Ofertório - Vós me seduzistes Senhor ( laud. 877)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (laud. 382)
Pós- Comunhão - Ó minha alma louva o Senhor (Laud.565)
Final - Silêncio
IV DOMINGO DA QUARESMA
A liturgia de hoje convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade
Leitura I - Jos 5,9a.10-12
Leitura II - 2 Cor 5, 17-21
Evangelho - Lc 1-3,11-32
CELEBRAR CANTANDO
ENTRADA - Alegre-se o coração ( Laud. 142)
SALMO - Saboreai e vede como o Senhor é bom
OFERTÓRIO - Troquemos o instante ( Laud. 825)
COMUNHÃO - Alegremo-nos porque o nosso irmão (laud.145)
PÓS- COMUNHÃO - Exulta de alegria - folha
FINAL - É preciso renacer (Laud. 309)
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade
Leitura I - Jos 5,9a.10-12
Leitura II - 2 Cor 5, 17-21
Evangelho - Lc 1-3,11-32
CELEBRAR CANTANDO
ENTRADA - Alegre-se o coração ( Laud. 142)
SALMO - Saboreai e vede como o Senhor é bom
OFERTÓRIO - Troquemos o instante ( Laud. 825)
COMUNHÃO - Alegremo-nos porque o nosso irmão (laud.145)
PÓS- COMUNHÃO - Exulta de alegria - folha
FINAL - É preciso renacer (Laud. 309)
III DOMINGO DA QUARESMA
Nesta terceira etapa da caminhada para a Páscoa somos chamados, mais uma vez, a repensar a nossa existência. O tema fundamental da liturgia de hoje é a “conversão”. Com este tema enlaça-se o da “libertação”: o Deus libertador propõe-nos a transformação em homens novos, livres da escravidão do egoísmo e do pecado, para que em nós se manifeste a vida em plenitude, a vida de Deus.
O Evangelho contém um convite a uma transformação radical da existência, a uma mudança de mentalidade, a um recentrar a vida de forma que Deus e os seus valores passem a ser a nossa prioridade fundamental. Se isso não acontecer, diz Jesus, a nossa vida será cada vez mais controlada pelo egoísmo que leva à morte.
A segunda leitura avisa-nos que o cumprimento de ritos externos e vazios não é importante; o que é importante é a adesão verdadeira a Deus, a vontade de aceitar a sua proposta de salvação e de viver com Ele numa comunhão íntima.
A primeira leitura fala-nos do Deus que não suporta as injustiças e as arbitrariedades e que está sempre presente naqueles que lutam pela libertação. É esse Deus libertador que exige de nós uma luta permanente contra tudo aquilo que nos escraviza e que impede a manifestação da vida plena.
Leitura I - Ex 3,1-8a.13-15
Leitura II - 1 Cor 10,1-6. 10-12
Evangelho - Lc 13,1-9
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Abri as portas (Laud. 128)
Salmo - O Senhor é clemente e cheio de compaixão
Ofertório - O povo de Deus (Laud. 574)
Comunhão - Ditosos os que te louvam sempre (Laud.297)
Pós- Comumnhão - Um novo coração (Laud. 833)
Final - Silêncio
O Evangelho contém um convite a uma transformação radical da existência, a uma mudança de mentalidade, a um recentrar a vida de forma que Deus e os seus valores passem a ser a nossa prioridade fundamental. Se isso não acontecer, diz Jesus, a nossa vida será cada vez mais controlada pelo egoísmo que leva à morte.
A segunda leitura avisa-nos que o cumprimento de ritos externos e vazios não é importante; o que é importante é a adesão verdadeira a Deus, a vontade de aceitar a sua proposta de salvação e de viver com Ele numa comunhão íntima.
A primeira leitura fala-nos do Deus que não suporta as injustiças e as arbitrariedades e que está sempre presente naqueles que lutam pela libertação. É esse Deus libertador que exige de nós uma luta permanente contra tudo aquilo que nos escraviza e que impede a manifestação da vida plena.
Leitura I - Ex 3,1-8a.13-15
Leitura II - 1 Cor 10,1-6. 10-12
Evangelho - Lc 13,1-9
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Abri as portas (Laud. 128)
Salmo - O Senhor é clemente e cheio de compaixão
Ofertório - O povo de Deus (Laud. 574)
Comunhão - Ditosos os que te louvam sempre (Laud.297)
Pós- Comumnhão - Um novo coração (Laud. 833)
Final - Silêncio
II DOMINGO DA QUARESMA
As leituras deste domingo convidam-nos a reflectir sobre a nossa “transfiguração”, a nossa conversão à vida nova de Deus; nesse sentido, são-nos apresentadas algumas pistas.
A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo do crente. Com Abraão, somos convidados a “acreditar”, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.
A segunda leitura convida-nos a renunciar a essa atitude de orgulho, de auto-suficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos; a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o signo da cruz, isto é, do amor e da entrega da vida.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Filho amado do Pai, cujo êxodo (a morte na cruz) concretiza a nossa libertação. O projecto libertador de Deus em Jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em Homens Novos.
Leitura I - Gen 15.5-12. 17-18
Leitura II - Filip. 3,17-4,1
Evangelho - Lc 9,28 b-36
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Escutai Senhor a voz do meu clamor (Laud.344)
Salmo - O Senhor é a minha luz
Ofertório - Se me envolve a noite escura ( Laud.744)
Comunhão - Jesus tomou consigo ( Lud.459)
Pós- Comunhão - Tudo posso (Laud. 830)
Final - Errante vou ( Laud.340)
A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo do crente. Com Abraão, somos convidados a “acreditar”, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.
A segunda leitura convida-nos a renunciar a essa atitude de orgulho, de auto-suficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos; a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o signo da cruz, isto é, do amor e da entrega da vida.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Filho amado do Pai, cujo êxodo (a morte na cruz) concretiza a nossa libertação. O projecto libertador de Deus em Jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em Homens Novos.
Leitura I - Gen 15.5-12. 17-18
Leitura II - Filip. 3,17-4,1
Evangelho - Lc 9,28 b-36
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Escutai Senhor a voz do meu clamor (Laud.344)
Salmo - O Senhor é a minha luz
Ofertório - Se me envolve a noite escura ( Laud.744)
Comunhão - Jesus tomou consigo ( Lud.459)
Pós- Comunhão - Tudo posso (Laud. 830)
Final - Errante vou ( Laud.340)
1º DOMINGO DA QUARESMA
No início da Quaresma, a Palavra de Deus apela a repensar as nossas opções de vida e a tomar consciência dessas “tentações” que nos impedem de renascer para a vida nova, para a vida de Deus.
A primeira leitura convida-nos a eliminar os falsos deuses em quem às vezes apostamos tudo e a fazer de Deus a nossa referência fundamental. Alerta-nos, na mesma lógica, contra a tentação do orgulho e da auto-suficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte.
O Evangelho apresenta-nos uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espectaculares que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus.
A segunda leitura convida-nos a prescindir de uma atitude arrogante e auto-suficiente em relação à salvação que Deus nos oferece: a salvação não é uma conquista nossa, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois, “converter-se” a Jesus, isto é, reconhecê-l’O como o “Senhor” e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus nos propõe.
Leitura I - Deut.26,4-10
Leitura II - Rom 10,8-13
Evangelho - Lc 4,1-13
CELEBRAR CANTANDO
Entrada -Eis o tempo favorável (Laud. 316 A)
Salmo - Estai comigo no meio da adversidade
Ofertório - Irmãos Convertei ( Laud.441)
Comunhão - Nem só de pão vive o homem ( Laud.519)
Pós- Comunhão - Vinde a Mim vós todos (Laud.862)
Final - silêncio
A primeira leitura convida-nos a eliminar os falsos deuses em quem às vezes apostamos tudo e a fazer de Deus a nossa referência fundamental. Alerta-nos, na mesma lógica, contra a tentação do orgulho e da auto-suficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte.
O Evangelho apresenta-nos uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espectaculares que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus.
A segunda leitura convida-nos a prescindir de uma atitude arrogante e auto-suficiente em relação à salvação que Deus nos oferece: a salvação não é uma conquista nossa, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois, “converter-se” a Jesus, isto é, reconhecê-l’O como o “Senhor” e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus nos propõe.
Leitura I - Deut.26,4-10
Leitura II - Rom 10,8-13
Evangelho - Lc 4,1-13
CELEBRAR CANTANDO
Entrada -Eis o tempo favorável (Laud. 316 A)
Salmo - Estai comigo no meio da adversidade
Ofertório - Irmãos Convertei ( Laud.441)
Comunhão - Nem só de pão vive o homem ( Laud.519)
Pós- Comunhão - Vinde a Mim vós todos (Laud.862)
Final - silêncio
V domingo do tempo comum
A liturgia deste domingo leva-nos a reflectir sobre a nossa vocação:
somos todos chamados por Deus e d’Ele recebemos uma missão para o mundo.
Na primeira leitura, encontramos a descrição plástica do chamamento de um profeta – Isaías. De uma forma simples e questionadora, apresenta-se o modelo de um homem que é sensível aos apelos de Deus e que tem a coragem de aceitar ser enviado.
No Evangelho, Lucas apresenta um grupo de discípulos que partilharam a barca com Jesus, que acolheram as propostas de Jesus, que souberam reconhecê-l’O como seu “Senhor”, que aceitaram o convite para ser “pescadores de homens” e que deixaram tudo para seguir Jesus… Neste quadro, reconhecemos o caminho que os cristãos são chamados a percorrer.
A segunda leitura propõe-nos reflectir sobre a ressurreição: trata-se de uma realidade que deve dar forma à vida do discípulo e levá-lo a enfrentar sem medo as forças da injustiça e da morte. Com a sua acção libertadora – que continua a acção de Jesus e que renova os homens e o mundo – o discípulo sabe que está a dar testemunho da ressurreição de Cristo.
LeituraI - Is 6,1-29.3-8
Leitura II - 1 cor 15,1-11
Evangelho - Lc 5,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Vinde prostremo-nos em terra (Laud.867)
Salmo - Na presença dos anjos eu Vos louvo Senhor
Ofertório - Tu que nas margens do lago ( Laud. 827)
Comunhão - Caminhando Jesus (Laud.192)
Pós- Comunhão - Não fostes vós que me escolhestes (512)
Final - Quero ouvir teu apelo senhor (Laud.712)
Na primeira leitura, encontramos a descrição plástica do chamamento de um profeta – Isaías. De uma forma simples e questionadora, apresenta-se o modelo de um homem que é sensível aos apelos de Deus e que tem a coragem de aceitar ser enviado.
No Evangelho, Lucas apresenta um grupo de discípulos que partilharam a barca com Jesus, que acolheram as propostas de Jesus, que souberam reconhecê-l’O como seu “Senhor”, que aceitaram o convite para ser “pescadores de homens” e que deixaram tudo para seguir Jesus… Neste quadro, reconhecemos o caminho que os cristãos são chamados a percorrer.
A segunda leitura propõe-nos reflectir sobre a ressurreição: trata-se de uma realidade que deve dar forma à vida do discípulo e levá-lo a enfrentar sem medo as forças da injustiça e da morte. Com a sua acção libertadora – que continua a acção de Jesus e que renova os homens e o mundo – o discípulo sabe que está a dar testemunho da ressurreição de Cristo.
LeituraI - Is 6,1-29.3-8
Leitura II - 1 cor 15,1-11
Evangelho - Lc 5,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Vinde prostremo-nos em terra (Laud.867)
Salmo - Na presença dos anjos eu Vos louvo Senhor
Ofertório - Tu que nas margens do lago ( Laud. 827)
Comunhão - Caminhando Jesus (Laud.192)
Pós- Comunhão - Não fostes vós que me escolhestes (512)
Final - Quero ouvir teu apelo senhor (Laud.712)
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