O 4º Domingo do Tempo Pascal é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como Bom Pastor. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus hoje nos propõe.
O Evangelho apresenta Cristo como o Bom Pastor, cuja missão é trazer a vida plena às ovelhas do seu rebanho; as ovelhas, por sua vez, são convidadas a escutar o Pastor, a acolher a sua proposta e a segui-l’O. É dessa forma que encontrarão a vida em plenitude.
A primeira leitura propõe-nos duas atitudes diferentes diante da proposta que o Pastor (Cristo) nos apresenta. De um lado, estão essas “ovelhas” cheias de auto-suficiência, satisfeitas e comodamente instaladas nas suas certezas; de outro, estão outras ovelhas, permanentemente atentas à voz do Pastor, que estão dispostas a arriscar segui-l’O até às pastagens da vida abundante. É esta última atitude que nos é proposta.
A segunda leitura apresenta a meta final do rebanho que seguiu Jesus, o Bom Pastor: a vida total, de felicidade sem fim.
Leitura I - Act. 13,14.43-52
Leitura II - Ap. 7,9.14b-17
Evangelho - Jo 10,27.30
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Fiz de ti a luz das nações (403)
Salmo - Nós somos o povo de Deus
Ofertório - A messe é grande (102)
Comunhão - Ressuscitou o Bom Pastor (folha)
Pós-Comunhão - O cordeiro que foi imolado (1143)
Final - Na sua dor (718)
III Domingo da Páscoa
A liturgia deste 3º Domingo do Tempo Pascal recorda-nos que a comunidade cristã tem por missão testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou; e que Jesus, vivo e ressuscitado, acompanhará sempre a sua Igreja em missão, vivificando-a com a sua presença e orientando-a com a sua Palavra.
A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.
A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.
O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.
Leitura I - Act 5,27b-32.40b-41
Leitura II - Ap 5,11-14
Evangelho - Jo,21,1-19
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Cordeiro que foi imolado (1143)
Salmo - Louvar-vos-ei Senhor porque me salvaste
Ofertório - Fiz de ti a luz das nações (403)
Comunhão - Vinde comer do meu pão (864)
Pós-Comunhão - Eu vim para que tenham vida (382)
Final - Ressuscitou (721)
A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.
A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.
O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.
Leitura I - Act 5,27b-32.40b-41
Leitura II - Ap 5,11-14
Evangelho - Jo,21,1-19
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Cordeiro que foi imolado (1143)
Salmo - Louvar-vos-ei Senhor porque me salvaste
Ofertório - Fiz de ti a luz das nações (403)
Comunhão - Vinde comer do meu pão (864)
Pós-Comunhão - Eu vim para que tenham vida (382)
Final - Ressuscitou (721)
II DOMINGO DA PÁSCOA 07-04-2013
A liturgia deste domingo põe em relevo o papel da comunidade cristã como espaço privilegiado de encontro com Jesus ressuscitado.
O Evangelho sublinha a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A segunda leitura insiste no motivo da centralidade de Jesus como referência fundamental da comunidade cristã: apresenta-O a caminhar lado a lado com a sua Igreja nos caminhos da história e sugere que é n’Ele que a comunidade encontra a força para caminhar e para vencer as forças que se opõem à vida nova de Deus.
A primeira leitura sugere que a comunidade cristã continua no mundo a missão salvadora e libertadora de Jesus; e quando ela é capaz de o fazer, está a dar testemunho desse Cristo vivo que continua a apresentar uma proposta de redenção para os homens.
Leitura I - Act.5,12-16
Leitura II Ap. 1,9-11a. 12-13.17-19
Evangelho - Jo 20,19-31
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor ressuscitou (607)
Salmo - Aclamai o Senhor porque Ele é bom
Ofertório - Aclamai Jesus Cristo (134)
Comunhão - Eu estive morto (1063)
Pós- Comunhão - Eu creio em Ti Senhor (54)
Final - Jesus Cristo ontem e hoje (453)
O Evangelho sublinha a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A segunda leitura insiste no motivo da centralidade de Jesus como referência fundamental da comunidade cristã: apresenta-O a caminhar lado a lado com a sua Igreja nos caminhos da história e sugere que é n’Ele que a comunidade encontra a força para caminhar e para vencer as forças que se opõem à vida nova de Deus.
A primeira leitura sugere que a comunidade cristã continua no mundo a missão salvadora e libertadora de Jesus; e quando ela é capaz de o fazer, está a dar testemunho desse Cristo vivo que continua a apresentar uma proposta de redenção para os homens.
Leitura I - Act.5,12-16
Leitura II Ap. 1,9-11a. 12-13.17-19
Evangelho - Jo 20,19-31
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor ressuscitou (607)
Salmo - Aclamai o Senhor porque Ele é bom
Ofertório - Aclamai Jesus Cristo (134)
Comunhão - Eu estive morto (1063)
Pós- Comunhão - Eu creio em Ti Senhor (54)
Final - Jesus Cristo ontem e hoje (453)
DOMINGO DE PÁSCOA
A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem nunca ser geradores de vida nova; e o discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta – a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo Baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última fronteira da nossa finitude.
Leitura I - Act 10,34.37-43
Leitura II - Col 3,1-4
Evangelho - jo 20,1-9
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O senhor ressuscitou (608)
Salmo - Eis o dia que fez o Senhor
Ofertório - Ressuscitou para a nossa vida (721)
Comunhão - O Senhor ressuscitou (607)
Pós-Comunhão - Rainha dos Céus (949)
Final - Aleluia, louvor a Vós (149)
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem nunca ser geradores de vida nova; e o discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta – a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo Baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última fronteira da nossa finitude.
Leitura I - Act 10,34.37-43
Leitura II - Col 3,1-4
Evangelho - jo 20,1-9
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O senhor ressuscitou (608)
Salmo - Eis o dia que fez o Senhor
Ofertório - Ressuscitou para a nossa vida (721)
Comunhão - O Senhor ressuscitou (607)
Pós-Comunhão - Rainha dos Céus (949)
Final - Aleluia, louvor a Vós (149)
DOMINGO DE RAMOS
A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Leitura I - Is 50,4-7
Leitura II - Filip.2,6-11
Evangelho - Lc 22,14-23-56
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Glória, honra e louvor (Laud. 416)
Salmo - Meu Deus porque me abandonaste
Ofertório - Jesus nossa Redenção (Laud.457)
Comunhão - Todas as vezes que comerdes (Laud. 814)
Pós-Comunhão - O Senhor salvou-me (Laud.609)
Final - Vitória tu Reinarás (laud.874)
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Leitura I - Is 50,4-7
Leitura II - Filip.2,6-11
Evangelho - Lc 22,14-23-56
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Glória, honra e louvor (Laud. 416)
Salmo - Meu Deus porque me abandonaste
Ofertório - Jesus nossa Redenção (Laud.457)
Comunhão - Todas as vezes que comerdes (Laud. 814)
Pós-Comunhão - O Senhor salvou-me (Laud.609)
Final - Vitória tu Reinarás (laud.874)
V Domingo da quaresma
A liturgia de hoje fala-nos (outra vez) de um Deus que ama e cujo amor nos desafia a ultrapassar as nossas escravidões para chegar à vida nova, à ressurreição.
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos.
Leitura I - Is43,16-21
Leitura II - Filip 3,8-14
Evangelho - Jo 8,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Dá-nos um coração
Salmo -
Ofertório - Vós me seduzistes Senhor ( laud. 877)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (laud. 382)
Pós- Comunhão - Ó minha alma louva o Senhor (Laud.565)
Final - Silêncio
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos.
Leitura I - Is43,16-21
Leitura II - Filip 3,8-14
Evangelho - Jo 8,1-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Dá-nos um coração
Salmo -
Ofertório - Vós me seduzistes Senhor ( laud. 877)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (laud. 382)
Pós- Comunhão - Ó minha alma louva o Senhor (Laud.565)
Final - Silêncio
IV DOMINGO DA QUARESMA
A liturgia de hoje convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade
Leitura I - Jos 5,9a.10-12
Leitura II - 2 Cor 5, 17-21
Evangelho - Lc 1-3,11-32
CELEBRAR CANTANDO
ENTRADA - Alegre-se o coração ( Laud. 142)
SALMO - Saboreai e vede como o Senhor é bom
OFERTÓRIO - Troquemos o instante ( Laud. 825)
COMUNHÃO - Alegremo-nos porque o nosso irmão (laud.145)
PÓS- COMUNHÃO - Exulta de alegria - folha
FINAL - É preciso renacer (Laud. 309)
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade
Leitura I - Jos 5,9a.10-12
Leitura II - 2 Cor 5, 17-21
Evangelho - Lc 1-3,11-32
CELEBRAR CANTANDO
ENTRADA - Alegre-se o coração ( Laud. 142)
SALMO - Saboreai e vede como o Senhor é bom
OFERTÓRIO - Troquemos o instante ( Laud. 825)
COMUNHÃO - Alegremo-nos porque o nosso irmão (laud.145)
PÓS- COMUNHÃO - Exulta de alegria - folha
FINAL - É preciso renacer (Laud. 309)
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