Embora as leituras de hoje nos projectem em sentidos diversos, domina a temática do “envio”: na figura dos 72 discípulos do Evangelho, na figura do profeta anónimo que fala aos habitantes de Jerusalém do Deus que os ama, ou na figura do apóstolo Paulo que anuncia a glória da cruz, somos convidados a tomar consciência de que Deus nos envia a testemunhar o seu Reino.
É, sobretudo, no Evangelho que a temática do “envio” aparece mais desenvolvida. Os discípulos de Jesus são enviados ao mundo para continuar a obra libertadora que Jesus começou e para propor a Boa Nova do Reino aos homens de toda a terra, sem excepção; devem fazê-lo com urgência, com simplicidade e com amor. Na acção dos discípulos, torna-se realidade a vitória do Reino sobre tudo o que oprime e escraviza o homem.
Na primeira leitura, apresenta-se a palavra de um profeta anónimo, enviado a proclamar o amor de pai e de mãe que Deus tem pelo seu Povo. O profeta é sempre um enviado que, em nome de Deus, consola os homens, liberta-os do medo e acena-lhes com a esperança do mundo novo que está para chegar.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo deixa claro qual o caminho que o apóstolo deve percorrer: não o podem mover interesses de orgulho e de glória, mas apenas o testemunho da cruz – isto é, o testemunho desse Jesus, que amou radicalmente e fez da sua vida um dom a todos. Mesmo no sofrimento, o apóstolo tem de testemunhar, com a própria vida, o amor radical; é daí que nasce a vida nova do Homem Novo.
Leitura I - Is 66,10-14c
Leitura II - Gal. 6,14-18
Evangelho - Lc 10,1-12-17-20
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Recordamos ó Deus (717)
Salmo - A terra inteira aclama o Senhor
Ofertório - Eu estou à porta (361)
Comunhão - A messe é grande (102)
Pós-Comunhão - O amor de Deus (546)
Final - Quero ouvir teu apelo (712)
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia de hoje sugere que Deus conta connosco para intervir no mundo, para transformar e salvar o mundo; e convida-nos a responder a esse chamamento com disponibilidade e com radicalidade, no dom total de nós mesmos às exigências do “Reino”.
A primeira leitura apresenta-nos um Deus que, para actuar no mundo e na história, pede a ajuda dos homens; Eliseu (discípulo de Elias) é o homem que escuta o chamamento de Deus, corta radicalmente com o passado e parte generosamente ao encontro dos projectos que Deus tem para ele.
O Evangelho apresenta o “caminho do discípulo” como um caminho de exigência, de radicalidade, de entrega total e irrevogável ao “Reino”. Sugere, também, que esse “caminho” deve ser percorrido no amor e na entrega, mas sem fanatismos nem fundamentalismos, no respeito absoluto pelas opções dos outros.
A segunda leitura diz ao “discípulo” que o caminho do amor, da entrega, do dom da vida, é um caminho de libertação. Responder ao chamamento de Cristo, identificar-se com Ele e aceitar dar-se por amor, é nascer para a vida nova da liberdade.
Leitura I - 1 Reis 19,16b. 19-21
Leitura II - Gal 5,,1.13.18
Evangelho - Luc 9,51-62
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Louvai, louvai o Senhor (479)
Salmo - O Senhor é a minha herança
Ofertório - Se vos amardes (749)
Comunhão - Glória a Ti Jesus Cristo (411)
Pós-Comunhão - Se alguém quiser seguir-me (739)
Final - Deus precisa das tuas mãos (285)
XII DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia deste domingo coloca no centro da nossa reflexão a figura de Jesus: quem é Ele e qual o impacto que a sua proposta de vida tem em nós? A Palavra de Deus que nos é proposta impele-nos a descobrir em Jesus o “messias” de Deus, que realiza a libertação dos homens através do amor e do dom da vida; e convida cada “cristão” à identificação com Cristo – isto é, a “tomar a cruz”, a fazer da própria vida um dom generoso aos outros.
O Evangelho confronta-nos com a pergunta de Jesus: “e vós, quem dizeis que Eu sou?” Paralelamente, apresenta o caminho messiânico de Jesus, não como um caminho de glória e de triunfos humanos, mas como um caminho de amor e de cruz. “Conhecer Jesus” é aderir a Ele e segui-l’O nesse caminho de entrega, de doação, de amor total.
A primeira leitura apresenta-nos um misterioso profeta “trespassado”, cuja entrega trouxe conversão e purificação para os seus concidadãos. Revela, pois, que o caminho da entrega não é um caminho de fracasso, mas um caminho que gera vida nova para nós e para os outros. João, o autor do Quarto Evangelho, identificará essa misteriosa figura profética com o próprio Cristo.
A segunda leitura reforça a mensagem geral da liturgia deste domingo, insistindo que o cristão deve “revestir-se” de Jesus, renunciar ao egoísmo e ao orgulho e percorrer o caminho do amor e do dom da vida. Esse caminho faz dos crentes uma única família de irmãos, iguais em dignidade e herdeiros da vida em plenitude.
Leitura I - 1 Zac. 12,10-11,13,1
Leitura II - Gal 3,26-29
Evangelho - Luc 9,18-24
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - És Senhor minha Força (341)
Salmo - A minha alma tem sede de vós Senhor
Ofertório - Batizados em Cristo (170)
Comunhão - Se alguém quiser seguir-me (739)
Pós-Comunhão - Senhor eu creio que sois Cristo (759)
Final - Povos da terra Louvai o Senhor (1116)
O Evangelho confronta-nos com a pergunta de Jesus: “e vós, quem dizeis que Eu sou?” Paralelamente, apresenta o caminho messiânico de Jesus, não como um caminho de glória e de triunfos humanos, mas como um caminho de amor e de cruz. “Conhecer Jesus” é aderir a Ele e segui-l’O nesse caminho de entrega, de doação, de amor total.
A primeira leitura apresenta-nos um misterioso profeta “trespassado”, cuja entrega trouxe conversão e purificação para os seus concidadãos. Revela, pois, que o caminho da entrega não é um caminho de fracasso, mas um caminho que gera vida nova para nós e para os outros. João, o autor do Quarto Evangelho, identificará essa misteriosa figura profética com o próprio Cristo.
A segunda leitura reforça a mensagem geral da liturgia deste domingo, insistindo que o cristão deve “revestir-se” de Jesus, renunciar ao egoísmo e ao orgulho e percorrer o caminho do amor e do dom da vida. Esse caminho faz dos crentes uma única família de irmãos, iguais em dignidade e herdeiros da vida em plenitude.
Leitura I - 1 Zac. 12,10-11,13,1
Leitura II - Gal 3,26-29
Evangelho - Luc 9,18-24
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - És Senhor minha Força (341)
Salmo - A minha alma tem sede de vós Senhor
Ofertório - Batizados em Cristo (170)
Comunhão - Se alguém quiser seguir-me (739)
Pós-Comunhão - Senhor eu creio que sois Cristo (759)
Final - Povos da terra Louvai o Senhor (1116)
VIVER
REZE:
Quando rezamos Deus ouve.
Quando temos esperança Deus prepara.
Quando acreditamos Deus faz acontecer.
Quando rezamos Deus ouve.
Quando temos esperança Deus prepara.
Quando acreditamos Deus faz acontecer.
XI DOMINGO do TEMPO COMUM
A liturgia deste domingo apresenta-nos um Deus de bondade e de misericórdia, que detesta o pecado, mas ama o pecador; por isso, Ele multiplica “a fundo perdido” a oferta da salvação. Da descoberta de um Deus assim, brota o amor e a vontade de vivermos uma vida nova, integrados na sua família.
A primeira leitura apresenta-nos, através da história do pecador David, um Deus que não pactua com o pecado; mas que também não abandona esse pecador que reconhece a sua falta e aceita o dom da misericórdia.
Na segunda leitura, Paulo garante-nos que a salvação é um dom gratuito que Deus oferece, não uma conquista humana. Para ter acesso a esse dom, não é fundamental cumprir ritos e viver na observância escrupulosa das leis; mas é preciso aderir a Jesus e identificar-se com o Cristo do amor e da entrega: é isso que conduz à vida plena.
O Evangelho coloca diante dos nossos olhos a figura de uma “mulher da cidade que era pecadora” e que vem chorar aos pés de Jesus. Lucas dá a entender que o amor da mulher resulta de haver experimentado a misericórdia de Deus. O dom gratuito do perdão gera amor e vida nova. Deus sabe isso; é por isso que age assim.
Leitura I - 2 Sm 12,7-10.13
Leitura II - Gal 2,16.19-21
Evangelho - Lc 7,36-8,3
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Escutai Senhor (344)
Salmo - Perdoai Senhor minha culpa e meu pecado~
Ofertório - Perdoais aos pecadores
Comunhão - Já não sou eu que vivo (444)
Pós- Comunhão - Senhor são muitos os nossos pecados (774)
Final - Senhor tu amas o mundo (778)
Leitura I - 2 Sm 12,7-10.13
Leitura II - Gal 2,16.19-21
Evangelho - Lc 7,36-8,3
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Escutai Senhor (344)
Salmo - Perdoai Senhor minha culpa e meu pecado~
Ofertório - Perdoais aos pecadores
Comunhão - Já não sou eu que vivo (444)
Pós- Comunhão - Senhor são muitos os nossos pecados (774)
Final - Senhor tu amas o mundo (778)
X DOMINGO DO TEMPO COMUM
A dimensão profética percorre a liturgia da Palavra deste domingo, em Elias, o profeta da esperança e da vida, em Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus, e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.
A primeira leitura apresenta-nos a figura da mulher de Sarepta, que significa a perda da esperança e o sentimento de derrota e de procura de um culpado, e a figura do profeta Elias, que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte, ressuscitando o filho da viúva.
No Evangelho, temos a revelação de Deus expressa na atitude de piedade e compaixão de Jesus no milagre da ressurreição do filho da viúva. Deus visita o seu povo em Jesus, “um grande profeta”, realizando o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida e dando-lhe pleno sentido.
Na segunda leitura, acolhemos a absoluta gratuidade da conversão de Paulo, para quem o Evangelho é uma força vital e criadora, que produz o que anuncia; a sua força é Deus. É uma força vital, uma dinâmica profética que ele recebeu directamente de Deus.
LEITURA I - 1 Reis 17,17-24
LEITURA II - Gal 1,11-19
EVANGELHO - Lc 7,11-17
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor é minha luz e salvação (590)
Salmo - Louvar-vos ei Senhor porque me dsalvaste
Ofertório - Ao nosso encontro vieste (157)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (382)
Pós-Comunhão - Vinde a Mim vós todos (862)
Final - Povos da terra louvai (1116)
A primeira leitura apresenta-nos a figura da mulher de Sarepta, que significa a perda da esperança e o sentimento de derrota e de procura de um culpado, e a figura do profeta Elias, que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte, ressuscitando o filho da viúva.
No Evangelho, temos a revelação de Deus expressa na atitude de piedade e compaixão de Jesus no milagre da ressurreição do filho da viúva. Deus visita o seu povo em Jesus, “um grande profeta”, realizando o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida e dando-lhe pleno sentido.
Na segunda leitura, acolhemos a absoluta gratuidade da conversão de Paulo, para quem o Evangelho é uma força vital e criadora, que produz o que anuncia; a sua força é Deus. É uma força vital, uma dinâmica profética que ele recebeu directamente de Deus.
LEITURA I - 1 Reis 17,17-24
LEITURA II - Gal 1,11-19
EVANGELHO - Lc 7,11-17
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor é minha luz e salvação (590)
Salmo - Louvar-vos ei Senhor porque me dsalvaste
Ofertório - Ao nosso encontro vieste (157)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (382)
Pós-Comunhão - Vinde a Mim vós todos (862)
Final - Povos da terra louvai (1116)
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