A liturgia deste domingo diz-nos, fundamentalmente, que Jesus é o “Deus-connosco”, que veio ao encontro dos homens para lhes oferecer uma proposta de salvação e de vida nova.
Na primeira leitura, o profeta Isaías anuncia que Jahwéh é o Deus que não abandona o seu Povo e que quer percorrer, de mãos dadas com ele, o caminho da história… É n’Ele (e não nas sempre falíveis seguranças humanas) que devemos colocar a nossa esperança.
O Evangelho apresenta Jesus como a incarnação viva desse “Deus connosco”, que vem ao encontro dos homens para lhes apresentar uma proposta de salvação. Contém, naturalmente, um convite implícito a acolher de braços abertos a proposta que Ele traz e a deixar-se transformar por ela.
Na segunda leitura, sugere-se que, do encontro com Jesus, deve resultar o testemunho: tendo recebido a Boa Nova da salvação, os seguidores de Jesus devem levá-la a todos os homens e fazer com que ela se torne uma realidade libertadora em todos os tempos e lugares.
Leitura I - Is 7,10-14
Leitura II - Rom1,1-7
Evangelho - Mt 1,18-24
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Preparai os caminhos (681)
Salmo - Vem o Senhor
Ofertório - Ó Céus do alto Rociai (549
Comunhão -Eis que uma virgem conceberá (317)
Pós-Comunhão - Deus está diante do homem (279)
Final - Abri de Par em Par (129)
III DOMINGO DO ADVENTO
A liturgia deste domingo lembra a proximidade da intervenção libertadora de Deus e acende a esperança no coração dos crentes. Diz-nos: “não vos inquieteis; alegrai-vos, pois a libertação está a chegar”.
A primeira leitura anuncia a chegada de Deus, para dar vida nova ao seu Povo, para o libertar e para o conduzir – num cenário de alegria e de festa – para a terra da liberdade.
O Evangelho descreve-nos, de forma bem sugestiva, a acção de Jesus, o Messias (esse mesmo que esperamos neste Advento): Ele irá dar vista aos cegos, fazer com que os coxos recuperem o movimento, curar os leprosos, fazer com que os surdos ouçam, ressuscitar os mortos, anunciar aos pobres que o “Reino” da justiça e da paz chegou. É este quadro de vida nova e de esperança que Jesus nos vai oferecer.
A segunda leitura convida-nos a não deixar que o desespero nos envolva enquanto esperamos e aguardarmos a vinda do Senhor com paciência e confiança.
LEITURA I - 35,1-6a.10
LEITURA II - Tg 5,7-10
EVANGELHO - Mt 11,2-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Alegrai-vos sempre no Senhor (141)
Salmo - vinde Senhor, vinde salvar-nos
Ofertório - Exulta de alegria (folha)
Comunhão - Vinde a mim vós todos (862)
Pós-Comunhão - Alegrai-vos sempre (45)
Final - Vem Senhor, ó vem... (850)
A primeira leitura anuncia a chegada de Deus, para dar vida nova ao seu Povo, para o libertar e para o conduzir – num cenário de alegria e de festa – para a terra da liberdade.
O Evangelho descreve-nos, de forma bem sugestiva, a acção de Jesus, o Messias (esse mesmo que esperamos neste Advento): Ele irá dar vista aos cegos, fazer com que os coxos recuperem o movimento, curar os leprosos, fazer com que os surdos ouçam, ressuscitar os mortos, anunciar aos pobres que o “Reino” da justiça e da paz chegou. É este quadro de vida nova e de esperança que Jesus nos vai oferecer.
A segunda leitura convida-nos a não deixar que o desespero nos envolva enquanto esperamos e aguardarmos a vinda do Senhor com paciência e confiança.
LEITURA I - 35,1-6a.10
LEITURA II - Tg 5,7-10
EVANGELHO - Mt 11,2-11
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Alegrai-vos sempre no Senhor (141)
Salmo - vinde Senhor, vinde salvar-nos
Ofertório - Exulta de alegria (folha)
Comunhão - Vinde a mim vós todos (862)
Pós-Comunhão - Alegrai-vos sempre (45)
Final - Vem Senhor, ó vem... (850)
II DOMINGO DO ADVENTO
Somos convidados a equacionar o tipo de resposta que damos aos desafios de Deus. Ao propor-nos o exemplo de Maria de Nazaré, a liturgia convida-nos a acolher, com um coração aberto e disponível, os planos de Deus para nós e para o mundo.
A primeira leitura mostra (recorrendo à história mítica de Adão e Eva) o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos caminhos de egoísmo, de orgulho e de autossuficiência… Viver à margem de Deus leva, inevitavelmente, a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.
O Evangelho apresenta a resposta de Maria ao plano de Deus. Ao contrário de Adão e Eva, Maria rejeitou o orgulho, o egoísmo e a autossuficiência e preferiu conformar a sua vida, de forma total e radical, com os planos de Deus. Do seu “sim” total, resultou salvação e vida plena para ela e para o mundo.
A segunda leitura, tirada da liturgia do 2.º Domingo do Advento, dirige-se àqueles que receberam de Jesus a proposta do “Reino”: sendo o rosto visível de Cristo no meio dos homens, eles devem dar testemunho de união, de amor, de partilha, de harmonia entre si, acolhendo e ajudando os irmãos mais débeis, a exemplo de Jesus.
LEITURA I - Gen 3,9-1.20
LEITURA II - Rom 15,4-9
EVANGELHO - Lc 1,26-38
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Virgem Santa Imaculada (975)
Salmo - Cantai ao Senhor um cântico novo porque Ele fez maravilhas
Ofertório - Antes que do nada (897)
Comunhão - Eis a escrava do Senhor (1078)
Pós-Comunhão - Eu te canto avé maria ( 921)
Final - Avé Maria maria da Igreja (903)
I DOMINGO DO ADVENTO
A liturgia deste domingo apresenta um apelo veemente à vigilância. O cristão não deve instalar-se no comodismo, na passividade, no desleixo, na rotina; mas deve caminhar, sempre atento e sempre vigilante, preparado para acolher o Senhor que vem e para responder aos seus desafios.
A primeira leitura convida os homens – todos os homens, de todas as raças e nações – a dirigirem-se à montanha onde reside o Senhor… É do encontro com o Senhor e com a sua Palavra que resultará um mundo de concórdia, de harmonia, de paz sem fim.
A segunda leitura recomenda aos crentes que despertem da letargia que os mantém presos ao mundo das trevas (o mundo do egoísmo, da injustiça, da mentira, do pecado), que se vistam da luz (a vida de Deus, que Cristo ofereceu a todos) e que caminhem, com alegria e esperança, ao encontro de Jesus, ao encontro da salvação.
O Evangelho apela à vigilância. O crente ideal não vive mergulhado nos prazeres que alienam, nem se deixa sufocar pelo trabalho excessivo, nem adormece numa passividade que lhe rouba as oportunidades; o crente ideal está, em cada minuto que passa, atento e vigilante, acolhendo o Senhor que vem, respondendo aos seus desafios, cumprindo o seu papel, empenhando-se na construção do “Reino”
Leitura I - Is 2,1-5
Leitura II - 13,11-14
Evangelho - Mt 24,37-44
CELEBRAR CANTANDO -
Entrada - A Vós Senhor elevo a minha alma (125)(
Salmo - Iremos com alegria
Ofertório - No fim dos tempos virá o Senhor (523)
Comunhão -Estai preparados (350)
Pós- Comunhão - Cantai Louvai (206)
Final - Abri de par em par (129)
Leitura I - Is 2,1-5
Leitura II - 13,11-14
Evangelho - Mt 24,37-44
CELEBRAR CANTANDO -
Entrada - A Vós Senhor elevo a minha alma (125)(
Salmo - Iremos com alegria
Ofertório - No fim dos tempos virá o Senhor (523)
Comunhão -Estai preparados (350)
Pós- Comunhão - Cantai Louvai (206)
Final - Abri de par em par (129)
XXXIV DOMINGO - CRISTO REI
A Palavra de Deus, neste último domingo do ano litúrgico, convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus. Deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão, no dom da vida.
A primeira leitura apresenta-nos o momento em que David se tornou rei de todo o Israel. Com ele, iniciou-se um tempo de felicidade, de abundância, de paz, que ficou na memória de todo o Povo de Deus. Nos séculos seguintes, o Povo sonhava com o regresso a essa era de felicidade e com a restauração do reino de David; e os profetas prometeram a chegada de um descendente de David que iria realizar esse sonho.
O Evangelho apresenta-nos a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei enviado por Deus, que veio tornar realidade o velho sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o “Reino”; no entanto, o “Reino” que Jesus propôs não é um Reino construído sobre a força, a violência, a imposição, mas sobre o amor, o perdão, o dom da vida.
A segunda leitura apresenta um hino que celebra a realeza e a soberania de Cristo sobre toda a criação; além disso, põe em relevo o seu papel fundamental como fonte de vida para o homem
. LEITURA I - 2 Sam 5,1-3
LEITURA II _ Col1,12-20
Evangelho - Lc 23,35-43
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Cristo ontem... (251)
Salmo - Iremos com alegria para a casa do Senhor
Ofertório - Senhor eu creio que sois Cristo (759)
Comunhão - Em Vós Senhor está a fonte da vida (327)
Pós-Comunhão - Cristo Rei da Glória
Final - Cristo vence (255
LEITORES:
1ª -Leitura - Ana Célia
2ª Leitura - Rui Rodrigues
Oração dos Fieis - Cândida Natário
. LEITURA I - 2 Sam 5,1-3
LEITURA II _ Col1,12-20
Evangelho - Lc 23,35-43
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Cristo ontem... (251)
Salmo - Iremos com alegria para a casa do Senhor
Ofertório - Senhor eu creio que sois Cristo (759)
Comunhão - Em Vós Senhor está a fonte da vida (327)
Pós-Comunhão - Cristo Rei da Glória
Final - Cristo vence (255
LEITORES:
1ª -Leitura - Ana Célia
2ª Leitura - Rui Rodrigues
Oração dos Fieis - Cândida Natário
XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia deste domingo reflecte sobre o sentido da história da salvação e diz-nos que a meta final para onde Deus nos conduz é o novo céu e a nova terra da felicidade plena, da vida definitiva. Este quadro (que deve ser o horizonte que os nossos olhos contemplam em cada dia da nossa caminhada neste mundo) faz nascer em nós a esperança; e da esperança brota a coragem para enfrentar a adversidade e para lutar pelo advento do Reino.
Na primeira leitura, um “mensageiro de Deus” anuncia a uma comunidade desanimada, céptica e apática que Jahwéh não abandonou o seu Povo. O Deus libertador vai intervir no mundo, vai derrotar o que oprime e rouba a vida e vai fazer com que nasça esse “sol da justiça” que traz a salvação.
O Evangelho oferece-nos uma reflexão sobre o percurso que a Igreja é chamada a percorrer, até à segunda vinda de Jesus. A missão dos discípulos em caminhada na história é comprometer-se na transformação do mundo, de forma a que a velha realidade desapareça e nasça o Reino. Esse “caminho” será percorrido no meio de dificuldades e perseguições; mas os discípulos terão sempre a ajuda e a força de Deus.
A segunda leitura reforça a ideia de que, enquanto esperamos a vida definitiva, não temos o direito de nos instalarmos na preguiça e no comodismo, alheando-nos das grandes questões do mundo e evitando dar o nosso contributo na construção do Reino.
Leitura I - Mal 4,1-2
Leitura II - 2Tes 3,7-12
Evangelho - Lc 21,5-19
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Deus fala de Paz (280)
Ofertório - Estai preparados ( 350)
Comunhão - Vós todos os que tendes sede (888)
Pós-Comunhão - Fica entre nós Senhor (401)
Final - Vamos caminhando (840)
Na primeira leitura, um “mensageiro de Deus” anuncia a uma comunidade desanimada, céptica e apática que Jahwéh não abandonou o seu Povo. O Deus libertador vai intervir no mundo, vai derrotar o que oprime e rouba a vida e vai fazer com que nasça esse “sol da justiça” que traz a salvação.
O Evangelho oferece-nos uma reflexão sobre o percurso que a Igreja é chamada a percorrer, até à segunda vinda de Jesus. A missão dos discípulos em caminhada na história é comprometer-se na transformação do mundo, de forma a que a velha realidade desapareça e nasça o Reino. Esse “caminho” será percorrido no meio de dificuldades e perseguições; mas os discípulos terão sempre a ajuda e a força de Deus.
A segunda leitura reforça a ideia de que, enquanto esperamos a vida definitiva, não temos o direito de nos instalarmos na preguiça e no comodismo, alheando-nos das grandes questões do mundo e evitando dar o nosso contributo na construção do Reino.
Leitura I - Mal 4,1-2
Leitura II - 2Tes 3,7-12
Evangelho - Lc 21,5-19
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Deus fala de Paz (280)
Ofertório - Estai preparados ( 350)
Comunhão - Vós todos os que tendes sede (888)
Pós-Comunhão - Fica entre nós Senhor (401)
Final - Vamos caminhando (840)
XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Tema do 32º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre os horizontes últimos do homem e garante-nos a vida que não acaba.
Na primeira leitura, temos o testemunho de sete irmãos que deram a vida pela sua fé, durante a perseguição movida contra os judeus por Antíoco IV Epifanes. Aquilo que motivou os sete irmãos mártires, que lhes deu força para enfrentar a tortura e a morte foi, precisamente, a certeza de que Deus reserva a vida eterna àqueles que, neste mundo, percorrem, com fidelidade, os seus caminhos.
No Evangelho, Jesus garante que a ressurreição é a realidade que nos espera. No entanto, não vale a pena estar a julgar e a imaginar essa realidade à luz das categorias que marcam a nossa existência finita e limitada neste mundo; a nossa existência de ressuscitados será uma existência plena, total, nova. A forma como isso acontecerá é um mistério; mas a ressurreição é uma certeza absoluta no horizonte do crente.
Na segunda leitura temos um convite a manter o diálogo e a comunhão com Deus, enquanto esperamos que chegue a segunda vinda de Cristo e a vida nova que Deus nos reserva. Só com a oração será possível mantermo-nos fiéis ao Evangelho e ter a coragem de anunciar a todos os homens a Boa Nova da salvação.
Leitura I - 2Mac 7,1-2.9-14
Leitura II - 2 Tes 2,16-3.5
Evangelho - Lc 20,27-38
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Escutai Senhor a voz do meu clamor. (344)
Salmo - Senhor ficarei saciado
Ofertório - Jesus nossa redenção. (457)
Comunhão - E u vos darei a vida. (385)
Pós - Comunhão - Eu sou a ressurreição. (1094)
Final - Ressuscitou para a nossa vida. (721)
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