A Basílica de S. João de Latrão, cuja “dedicação” ou consagração
aconteceu no ano de 320, é a catedral do Papa, enquanto Bispo de Roma.
Ela é a “mãe de todas as igrejas”, o símbolo das Igrejas de todo o
mundo, unidas à volta do sucessor de Pedro. A Festa da Dedicação da
Basílica de Latrão convida-nos a tomar consciência de que a Igreja de
Deus (que a Basílica de Latrão simboliza e representa) é hoje, no meio
do mundo, a “morada de Deus”, o testemunho vivo da presença de Deus na
caminhada histórica dos homens.
Na primeira leitura, o profeta Ezequiel, dirigindo-se ao Povo de Deus
exilado na Babilónia, anuncia a chegada de um tempo de salvação e de
graça, em que Deus vai estabelecer a sua morada no meio dos homens e vai
derramar sobre a humanidade sofredora vida em abundância.
No Evangelho, Jesus apresenta-Se como o Novo Templo, o “lugar” onde Deus
reside no mundo e onde os homens podem fazer a experiência do encontro
com Deus. É através de Jesus que o Pai oferece aos homens o seu amor e a
sua vida. Aquilo que a antiga Lei já não conseguia fazer – estabelecer
relação entre Deus e os homens – é Jesus que, a partir de agora, o faz.
Na segunda leitura, Paulo recorda aos cristãos de Corinto (e aos
cristãos de todos os tempos e lugares) que são, no mundo, o Templo de
Deus onde reside o Espírito. Animados pelo Espírito, os cristãos são
chamados a viver numa dinâmica nova, seguindo Jesus no caminho do amor,
da partilha, do serviço, da obediência a Deus e da entrega aos irmãos;
vivendo dessa forma, eles tornam Deus presente e actuante no meio da
cidade dos homens.
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Deus vive na sua morada Santa 289
Salmo - Os braços do rio
Ofertório - O templo de Deus é Santo 617
Comunhão - Formamos um só corpo 406
Pós- Comunhão - Quando Te encontro 691
Final - Jerusalém louva o teu Senhor 448
DOMINGO DE FIEIS DEFUNTOS
A liturgia da Comemoração dos Fiéis Defuntos convida-nos a descobrir que
o projecto de Deus para o homem é um projecto de vida. No horizonte
final do homem não está a morte, o fracasso, o nada, mas está a comunhão
com Deus, a realização plena do homem, a felicidade definitiva, a vida
eterna.
No Evangelho, Jesus deixa claro que o objectivo final da sua missão é dar aos homens o “pão” que conduz à vida eterna. Para aceder a essa vida, os discípulos são convidados a “comer a carne” e a “beber o sangue” de Jesus – isto é, a aderir à sua pessoa, a assimilar o seu projecto, a interiorizar a sua proposta. A Eucaristia cristã (o “comer a carne” e beber o sangue” de Jesus) é, ao longo da nossa caminhada pela terra, um momento privilegiado de encontro e de compromisso com essa vida nova e definitiva que Jesus veio oferecer.
Na segunda leitura, Paulo garante aos cristãos de Tessalónica que Cristo virá de novo, um dia, para concluir a história humana e para inaugurar a realidade do mundo definitivo; todo aquele que tiver aderido a Jesus e se tiver identificado com Ele irá ao encontro do Senhor e permanecerá com Ele para sempre.
Na primeira leitura, Isaías anuncia e descreve o “banquete” que Deus, um dia, vai oferecer a todos os Povos. Com imagens muito sugestivas, o profeta sugere que o fim último da caminhada do homem é o “sentar-se à mesa” de Deus, o partilhar a vida de Deus, o fazer parte da família de Deus. Dessa comunhão com Deus resultará, para o homem, a felicidade total, a vida definitiva.
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Senhor quem entrará 773
Salmo - O Senhor é minha luz
Ofertório - Felizes os que habitam 399
Comunhão - Estai preparados 350
Pós- Comunhão - Eu sou a ressurreição e a vida 1094
Final - Ressuscitou Aleluia 718
No Evangelho, Jesus deixa claro que o objectivo final da sua missão é dar aos homens o “pão” que conduz à vida eterna. Para aceder a essa vida, os discípulos são convidados a “comer a carne” e a “beber o sangue” de Jesus – isto é, a aderir à sua pessoa, a assimilar o seu projecto, a interiorizar a sua proposta. A Eucaristia cristã (o “comer a carne” e beber o sangue” de Jesus) é, ao longo da nossa caminhada pela terra, um momento privilegiado de encontro e de compromisso com essa vida nova e definitiva que Jesus veio oferecer.
Na segunda leitura, Paulo garante aos cristãos de Tessalónica que Cristo virá de novo, um dia, para concluir a história humana e para inaugurar a realidade do mundo definitivo; todo aquele que tiver aderido a Jesus e se tiver identificado com Ele irá ao encontro do Senhor e permanecerá com Ele para sempre.
Na primeira leitura, Isaías anuncia e descreve o “banquete” que Deus, um dia, vai oferecer a todos os Povos. Com imagens muito sugestivas, o profeta sugere que o fim último da caminhada do homem é o “sentar-se à mesa” de Deus, o partilhar a vida de Deus, o fazer parte da família de Deus. Dessa comunhão com Deus resultará, para o homem, a felicidade total, a vida definitiva.
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Senhor quem entrará 773
Salmo - O Senhor é minha luz
Ofertório - Felizes os que habitam 399
Comunhão - Estai preparados 350
Pós- Comunhão - Eu sou a ressurreição e a vida 1094
Final - Ressuscitou Aleluia 718
XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia do 30º domingo Comum diz-nos, de forma clara e
inquestionável, que o amor está no centro da experiência cristã. O que
Deus pede – ou antes, o que Deus exige – a cada crente é que deixe o seu
coração ser submergido pelo amor.
O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a revelação de Deus se resume no amor – amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: “amar a Deus” é cumprir a sua vontade e estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Tudo o resto é explicação, desenvolvimento, aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã.
A primeira leitura garante-nos que Deus não aceita a perpetuação de situações intoleráveis de injustiça, de arbitrariedade, de opressão, de desrespeito pelos direitos e pela dignidade dos mais pobres e dos mais débeis. A título de exemplo, a leitura fala da situação dos estrangeiros, dos órfãos, das viúvas e dos pobres vítimas da especulação dos usurários: qualquer injustiça ou arbitrariedade praticada contra um irmão mais pobre ou mais débil é um crime grave contra Deus, que nos afasta da comunhão com Deus e nos coloca fora da órbita da Aliança.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã (da cidade grega de Tessalónica) que, apesar da hostilidade e da perseguição, aprendeu a percorrer, com Cristo e com Paulo, o caminho do amor e do dom da vida; e esse percurso – cumprido na alegria e na dor – tornou-se semente de fé e de amor, que deu frutos em outras comunidades cristãs do mundo grego. Dessa experiência comum, nasceu uma imensa família de irmãos, unida à volta do Evangelho e espalhada por todo o mundo grego.
LEITURAS:
.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=61
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Alegre-se o coração - 142
Salmo - Eu vos amo Senhor vós sois a minha força
Ofertório - Pai nosso galego
Comunhão - Via de amor
Pós- Comunhão - Eu te amo
Final - Quero ouvir teu apelo Senhor 712
O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a revelação de Deus se resume no amor – amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: “amar a Deus” é cumprir a sua vontade e estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Tudo o resto é explicação, desenvolvimento, aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã.
A primeira leitura garante-nos que Deus não aceita a perpetuação de situações intoleráveis de injustiça, de arbitrariedade, de opressão, de desrespeito pelos direitos e pela dignidade dos mais pobres e dos mais débeis. A título de exemplo, a leitura fala da situação dos estrangeiros, dos órfãos, das viúvas e dos pobres vítimas da especulação dos usurários: qualquer injustiça ou arbitrariedade praticada contra um irmão mais pobre ou mais débil é um crime grave contra Deus, que nos afasta da comunhão com Deus e nos coloca fora da órbita da Aliança.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã (da cidade grega de Tessalónica) que, apesar da hostilidade e da perseguição, aprendeu a percorrer, com Cristo e com Paulo, o caminho do amor e do dom da vida; e esse percurso – cumprido na alegria e na dor – tornou-se semente de fé e de amor, que deu frutos em outras comunidades cristãs do mundo grego. Dessa experiência comum, nasceu uma imensa família de irmãos, unida à volta do Evangelho e espalhada por todo o mundo grego.
LEITURAS:
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CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Alegre-se o coração - 142
Salmo - Eu vos amo Senhor vós sois a minha força
Ofertório - Pai nosso galego
Comunhão - Via de amor
Pós- Comunhão - Eu te amo
Final - Quero ouvir teu apelo Senhor 712
XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia do 29º Domingo do Tempo Comum convida-nos a reflectir
acerca da forma como devemos equacionar a relação entre as realidades de
Deus e as realidades do mundo. Diz-nos que Deus é a nossa prioridade e
que é a Ele que devemos subordinar toda a nossa existência; mas
avisa-nos também que Deus nos convoca a um compromisso efectivo com a
construção do mundo.
O Evangelho ensina que o homem, sem deixar de cumprir as suas obrigações com a comunidade em que está inserido, pertence a Deus e deve entregar toda a sua existência nas mãos de Deus. Tudo o resto deve ser relativizado, inclusive a submissão ao poder político.
A primeira leitura sugere que Deus é o verdadeiro Senhor da história e que é Ele quem conduz a caminhada do seu Povo rumo à felicidade e à realização plena. Os homens que actuam e intervêm na história são apenas os instrumentos de que Deus se serve para concretizar os seus projectos de salvação.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã que colocou Deus no centro do seu caminho e que, apesar das dificuldades, se comprometeu de forma corajosa com os valores e os esquemas de Deus. Eleita por Deus para ser sua testemunha no meio do
LEITURAS :
http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=60
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Como é admirávelSenhor 223
Salmo - Aclamai a Glória e o poder do Senhor
Ofertório - Quando vos invoco 693
Comunhão -Eu vim para que tenham vida 382
Pós-Comunhão - Graças te damos Senhor 418
Final - Cantai alegremente 196
O Evangelho ensina que o homem, sem deixar de cumprir as suas obrigações com a comunidade em que está inserido, pertence a Deus e deve entregar toda a sua existência nas mãos de Deus. Tudo o resto deve ser relativizado, inclusive a submissão ao poder político.
A primeira leitura sugere que Deus é o verdadeiro Senhor da história e que é Ele quem conduz a caminhada do seu Povo rumo à felicidade e à realização plena. Os homens que actuam e intervêm na história são apenas os instrumentos de que Deus se serve para concretizar os seus projectos de salvação.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã que colocou Deus no centro do seu caminho e que, apesar das dificuldades, se comprometeu de forma corajosa com os valores e os esquemas de Deus. Eleita por Deus para ser sua testemunha no meio do
LEITURAS :
http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=60
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Como é admirávelSenhor 223
Salmo - Aclamai a Glória e o poder do Senhor
Ofertório - Quando vos invoco 693
Comunhão -Eu vim para que tenham vida 382
Pós-Comunhão - Graças te damos Senhor 418
Final - Cantai alegremente 196
XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem do “banquete”
para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim
que Deus quer oferecer a todos os seus filhos.
Na primeira leitura, Isaías anuncia o “banquete” que um dia Deus, na sua própria casa, vai oferecer a todos os Povos. Acolher o convite de Deus e participar nesse “banquete” é aceitar viver em comunhão com Deus. Dessa comunhão resultará, para o homem, a felicidade total, a vida em abundância.
O Evangelho sugere que é preciso “agarrar” o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo não podem distrair-nos dos desafios de Deus. A opção que fizemos no dia do nosso baptismo não é “conversa fiada”; mas é um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente.
Na segunda leitura, Paulo apresenta-nos um exemplo concreto de uma comunidade que aceitou o convite do Senhor e vive na dinâmica do Reino: a comunidade cristã de Filipos. É uma comunidade generosa e solidária, verdadeiramente empenhada na vivência do amor e em testemunhar o Evangelho diante de todos os homens. A comunidade de Filipos constitui, verdadeiramente, um exemplo que as comunidades do Reino devem ter presente.
LEITURAS:
http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=59
CELEBRAR CANTANDO:
Entrada - Eu sou a salvação do meu povo 368
Salmo - Habitarei para sempe
Ofertório - Tomai Senhor e recebei - 821
Comunhão - Felizes os convidados 393
Pós- Comunhão - Tudo posso 830
Final - Cristo quer a tu ajuda 252
Na primeira leitura, Isaías anuncia o “banquete” que um dia Deus, na sua própria casa, vai oferecer a todos os Povos. Acolher o convite de Deus e participar nesse “banquete” é aceitar viver em comunhão com Deus. Dessa comunhão resultará, para o homem, a felicidade total, a vida em abundância.
O Evangelho sugere que é preciso “agarrar” o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo não podem distrair-nos dos desafios de Deus. A opção que fizemos no dia do nosso baptismo não é “conversa fiada”; mas é um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente.
Na segunda leitura, Paulo apresenta-nos um exemplo concreto de uma comunidade que aceitou o convite do Senhor e vive na dinâmica do Reino: a comunidade cristã de Filipos. É uma comunidade generosa e solidária, verdadeiramente empenhada na vivência do amor e em testemunhar o Evangelho diante de todos os homens. A comunidade de Filipos constitui, verdadeiramente, um exemplo que as comunidades do Reino devem ter presente.
LEITURAS:
http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=59
CELEBRAR CANTANDO:
Entrada - Eu sou a salvação do meu povo 368
Salmo - Habitarei para sempe
Ofertório - Tomai Senhor e recebei - 821
Comunhão - Felizes os convidados 393
Pós- Comunhão - Tudo posso 830
Final - Cristo quer a tu ajuda 252
XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM
A liturgia do 27º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem da “vinha de
Deus” para falar desse Povo que aceita o desafio do amor de Deus e que
se coloca ao serviço de Deus. Desse Povo, Deus exige frutos de amor, de
paz, de justiça, de bondade e de misericórdia.
Na primeira leitura, o profeta Isaías dá conta do amor e da solicitude de Deus pela sua “vinha”. Esse amor e essa solicitude não podem, no entanto, ter como contrapartida frutos de egoísmo e de injustiça… O Povo de Jahwéh tem de deixar-se transformar pelo amor sempre fiel de Deus e produzir os frutos bons que Deus aprecia – a justiça, o direito, o respeito pelos mandamentos, a fidelidade à Aliança.
No Evangelho, Jesus retoma a imagem da “vinha”. Critica fortemente os líderes judaicos que se apropriaram em benefício próprio da “vinha de Deus” e que se recusaram sempre a oferecer a Deus os frutos que Lhe eram devidos. Jesus anuncia que a “vinha” vai ser-lhes retirada e vai ser confiada a trabalhadores que produzam e que entreguem a Deus os frutos que Ele espera.
Na segunda leitura, Paulo exorta os cristãos da cidade grega de Filipos – e todos os que fazem parte da “vinha de Deus” – a viverem na alegria e na serenidade, respeitando o que é verdadeiro, nobre, justo e digno. São esses os frutos que Deus espera da sua “vinha”.
LEITURAS:
portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=58
CELEBRAR CANTANDO:
Entrada - Nós somos as pedras vivas 529
Salmo - A vinha do Senhor
Ofertório - Levamos para o vosso altar
Comunhão - Eu sou a verdadeira vide 369
Pós-Comunhão - A pedra que os construtores ....111
Final - Povo teu somos 677
LEITORES:
1ª leitura - Herminia Moleiro
2ª leitura - Rui Rodrigues
O.Fieis - Lucilia Lopes
Na primeira leitura, o profeta Isaías dá conta do amor e da solicitude de Deus pela sua “vinha”. Esse amor e essa solicitude não podem, no entanto, ter como contrapartida frutos de egoísmo e de injustiça… O Povo de Jahwéh tem de deixar-se transformar pelo amor sempre fiel de Deus e produzir os frutos bons que Deus aprecia – a justiça, o direito, o respeito pelos mandamentos, a fidelidade à Aliança.
No Evangelho, Jesus retoma a imagem da “vinha”. Critica fortemente os líderes judaicos que se apropriaram em benefício próprio da “vinha de Deus” e que se recusaram sempre a oferecer a Deus os frutos que Lhe eram devidos. Jesus anuncia que a “vinha” vai ser-lhes retirada e vai ser confiada a trabalhadores que produzam e que entreguem a Deus os frutos que Ele espera.
Na segunda leitura, Paulo exorta os cristãos da cidade grega de Filipos – e todos os que fazem parte da “vinha de Deus” – a viverem na alegria e na serenidade, respeitando o que é verdadeiro, nobre, justo e digno. São esses os frutos que Deus espera da sua “vinha”.
LEITURAS:
portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_a/ld_anoa_ver.asp?cod_ano_a=58
CELEBRAR CANTANDO:
Entrada - Nós somos as pedras vivas 529
Salmo - A vinha do Senhor
Ofertório - Levamos para o vosso altar
Comunhão - Eu sou a verdadeira vide 369
Pós-Comunhão - A pedra que os construtores ....111
Final - Povo teu somos 677
LEITORES:
1ª leitura - Herminia Moleiro
2ª leitura - Rui Rodrigues
O.Fieis - Lucilia Lopes
XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM 14 de Setembro
A liturgia deste dia, Festa da Exaltação da Santa Cruz, convida-nos a contemplar a cruz de Jesus. Ela é a expressão suprema do amor de um Deus que veio ao nosso encontro, que aceitou partilhar a nossa humanidade, que quis fazer-se servo dos homens, que se deixou matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. Oferecendo a sua vida na cruz, em dom de amor, Jesus indicou-nos o caminho para chegar à vida plena.
A primeira leitura fala-nos de um Deus que nunca abandona o seu Povo em caminhada e que está sempre lá, ajudando-o a perceber o sem sentido das suas opções erradas e convidando-o continuamente a nunca parar nessa busca da vida e da verdadeira liberdade. A serpente de bronze levantada sobre um poste, através da qual Deus dá vida ao seu Povo e o protege das forças destruidoras que ele enfrenta ao longo da sua peregrinação pelo deserto, traduz a vontade de Deus em dar vida ao homem; e é, por outro lado, um símbolo dessa força salvífica que se derrama da cruz de Cristo - o homem levantado ao alto para dar vida a todo o mundo.
Na segunda leitura, Paulo apresenta aos crentes de Filipos uma leitura da incarnação de Cristo. Jesus, o Filho amado de Deus, prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher o caminho da obediência ao Pai e do serviço aos homens, até ao dom da vida. A cruz é a expressão máxima desse caminho e dessa opção. É esse mesmo caminho de vida que os crentes de todas as épocas e lugares são convidados a acolher e a percorrer.
No Evangelho, João recorda-nos que Deus nos amou de tal forma, que enviou o seu Filho único ao nosso encontro para nos oferecer a vida eterna. Convida-nos a olhar para a cruz de Jesus, a aprender com ele a lição do amor total, a percorrer com ele o caminho da entrega e do dom da vida. É esse o caminho da salvação, da vida plena e definitiva.
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Toda a nossa glória 810
Salmo - Não esqueçais as obras do Senhor
Ofertório - O estandarte da Cruz 559
Comunhão - Deus enviou ao mundo 277
Pós-Comunhão - Jesus nossa Redenção 457
Final - Vitória tu reinarás 874
A primeira leitura fala-nos de um Deus que nunca abandona o seu Povo em caminhada e que está sempre lá, ajudando-o a perceber o sem sentido das suas opções erradas e convidando-o continuamente a nunca parar nessa busca da vida e da verdadeira liberdade. A serpente de bronze levantada sobre um poste, através da qual Deus dá vida ao seu Povo e o protege das forças destruidoras que ele enfrenta ao longo da sua peregrinação pelo deserto, traduz a vontade de Deus em dar vida ao homem; e é, por outro lado, um símbolo dessa força salvífica que se derrama da cruz de Cristo - o homem levantado ao alto para dar vida a todo o mundo.
Na segunda leitura, Paulo apresenta aos crentes de Filipos uma leitura da incarnação de Cristo. Jesus, o Filho amado de Deus, prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher o caminho da obediência ao Pai e do serviço aos homens, até ao dom da vida. A cruz é a expressão máxima desse caminho e dessa opção. É esse mesmo caminho de vida que os crentes de todas as épocas e lugares são convidados a acolher e a percorrer.
No Evangelho, João recorda-nos que Deus nos amou de tal forma, que enviou o seu Filho único ao nosso encontro para nos oferecer a vida eterna. Convida-nos a olhar para a cruz de Jesus, a aprender com ele a lição do amor total, a percorrer com ele o caminho da entrega e do dom da vida. É esse o caminho da salvação, da vida plena e definitiva.
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Toda a nossa glória 810
Salmo - Não esqueçais as obras do Senhor
Ofertório - O estandarte da Cruz 559
Comunhão - Deus enviou ao mundo 277
Pós-Comunhão - Jesus nossa Redenção 457
Final - Vitória tu reinarás 874
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