A dimensão profética percorre a liturgia da Palavra deste domingo, em Elias, o profeta da esperança e da vida, em Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus, e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.
A primeira leitura apresenta-nos a figura da mulher de Sarepta, que significa a perda da esperança e o sentimento de derrota e de procura de um culpado, e a figura do profeta Elias, que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte, ressuscitando o filho da viúva.
No Evangelho, temos a revelação de Deus expressa na atitude de piedade e compaixão de Jesus no milagre da ressurreição do filho da viúva. Deus visita o seu povo em Jesus, “um grande profeta”, realizando o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida e dando-lhe pleno sentido.
Na segunda leitura, acolhemos a absoluta gratuidade da conversão de Paulo, para quem o Evangelho é uma força vital e criadora, que produz o que anuncia; a sua força é Deus. É uma força vital, uma dinâmica profética que ele recebeu directamente de Deus.
LEITURA I - 1 Reis 17,17-24
LEITURA II - Gal 1,11-19
EVANGELHO - Lc 7,11-17
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor é minha luz e salvação (590)
Salmo - Louvar-vos ei Senhor porque me dsalvaste
Ofertório - Ao nosso encontro vieste (157)
Comunhão - Eu vim para que tenham vida (382)
Pós-Comunhão - Vinde a Mim vós todos (862)
Final - Povos da terra louvai (1116)
CORPO DE DEUS
Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto.
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade.
Leitura I - Gen 14,18-20
Leituta II - 1 Cor 11,23-26
Evangelho - Lc 9,11b-17
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor alimentou-nos (579)
Salmo - O Senhor é sacerdote para sempre
Ofertório - Tomai Senhor e recebei (821)
Comunhão - Isto é o meu corpo (442
Pós- Comunhão - Ó verdadeiro Corpo do Senhor (620)
Final - Povo Teu somos ó Senhor (677)
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade.
Leitura I - Gen 14,18-20
Leituta II - 1 Cor 11,23-26
Evangelho - Lc 9,11b-17
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O Senhor alimentou-nos (579)
Salmo - O Senhor é sacerdote para sempre
Ofertório - Tomai Senhor e recebei (821)
Comunhão - Isto é o meu corpo (442
Pós- Comunhão - Ó verdadeiro Corpo do Senhor (620)
Final - Povo Teu somos ó Senhor (677)
A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
A primeira leitura sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é “sabedoria” de Deus e o grande revelador do amor do Pai).
A segunda leitura convida-nos a contemplar o Deus que nos ama e que, por isso, nos
“justifica”, de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de
Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude.
O Evangelho convoca-nos, outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.
Leitura I - Prov.8,22-31
Leitura II - Rom. 5,1-5
Evangelho - Jo 16,12-15
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Bendito seja Deus Pai (182)
Salmo - Como sois grande em toda a terra
Ofertório - Recebestes um Espirito (716)
Comunhão - Pai, Filho Espirito Santo (639)
Pós-Comunhão - Glória ao Pai que nos criou (413)
Final - Aleluia, Glória ao Senhor (148)
Leitura I - Prov.8,22-31
Leitura II - Rom. 5,1-5
Evangelho - Jo 16,12-15
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - Bendito seja Deus Pai (182)
Salmo - Como sois grande em toda a terra
Ofertório - Recebestes um Espirito (716)
Comunhão - Pai, Filho Espirito Santo (639)
Pós-Comunhão - Glória ao Pai que nos criou (413)
Final - Aleluia, Glória ao Senhor (148)
DOMINGO DE PENTECOSTES
O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
Leitura I - Act 2,1-11
Leitutra II -1 Cor 12,3b-7.12-13
Evangelho - Jo 20,19-23
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O amor de Deus foi derramado (545)
Salmo - Mandai SENHOR o Vosso Espirito
Ofertório - O Espirito do Senhor está sobre mim (556)
Comunhão - Saboreai como é bom (726)
Pós- Comunhão - Vem Espirito de Amor
Final - O amor de Deus repousa em mim (546)
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
Leitura I - Act 2,1-11
Leitutra II -1 Cor 12,3b-7.12-13
Evangelho - Jo 20,19-23
CELEBRAR CANTANDO
Entrada - O amor de Deus foi derramado (545)
Salmo - Mandai SENHOR o Vosso Espirito
Ofertório - O Espirito do Senhor está sobre mim (556)
Comunhão - Saboreai como é bom (726)
Pós- Comunhão - Vem Espirito de Amor
Final - O amor de Deus repousa em mim (546)
VIVER
"Que Deus nos dê coragem para aceitar as coisas que não podemos mudar, coragem para mudar o que pudermos e sabedoria para distinguir uma coisa da outra. "
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